FAZER O BEM, SEM OLHAR A QUEM

Olá, pessoal. Ando meio sumidinha do blog por causa do trabalho, mas amo este espaço para compartilhar iniciativas do bem com vocês.

“Fazer o bem, sem olhar a quem”. Este é um daqueles ditados populares que todos nós deveríamos ter como meta de vida. Não sei se acontece com vocês, mas às vezes cruzo com pessoas nas ruas que me sinto na obrigação de ajudar. Meu coração é tocado de forma tão pontual que não sossego enquanto não faço algo por elas.

Por falar nisso, tradicionalmente  todo o final de ano separo  roupas, sapatos e acessórios que não uso mais para doar à paróquia que frequento. Além da satisfação de ajudar ao próximo, acredito que é uma forma de deixar para trás todas as coisas negativas que estão me cercando e abrir espaço para o novo.  A prática do desapego e da gratidão é um dos jeitos de renovar as energias tão esperançosas que começamos a cultivar nos últimos meses do ano.

E por que não usar a tecnologia a favor de quem necessita? Esses dias conheci o aplicativo Partake the Bread (repartir o pão), e achei a ideia super bacana. Ele promove doações entre usuários de todo o país e está preparado para ajudar nesse processo. É possível fazer e receber contribuições de qualquer categoria de um modo prático. Já estou doida para usar e contar para vocês como foi minha experiência. A doação de objetos resgata a utilidade deles e, ao mesmo tempo, nos livra da bagunça, e pode tornar a vida  ou o dia de alguém melhor.

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E vocês, de que forma exercitam a solidariedade? Me contem.

Abraços e até o próximo post.

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Comunicando de forma inteligente os dilemas da Pós Modernidade

Olá , pessoal

Por indicação de uma pesquisadora, em 2007 conheci 5 obras do sociólogo  polonês Zygmunt Bauman que foram divisores de águas em minha vida. Na época eles prenderam minha atenção do começo ao fim e creio que está na hora de adquirir o restante do acervo dele.

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O intelectual teve 40 livros publicados no Brasil que apresentam reflexões relevantes no que se refere à sociedade pós-moderna: globalização, tecnologia, consumo, instabilidade do amor e individualismo. O tempo passou e creio que os dilemas apresentados nas obras só pioraram. E aí podemos destacar a dependência às redes sociais, a vaidade exacerbada, ambições, pessoas que não medem consequências para serem aceitas na sociedade e por aí vai.  Talvez eu tenha herdado a visão pessimista de mundo que muitos dizem que ele tinha, mas por outro lado espero que uma parcela se sensibilize e tente mudar a realidade de formas mais humanas e positivas. Nesse contexto creio que a Comunicação tenha um papel decisivo na formação de uma sociedade mais democrática, justa e pensante. Tempos atrás assisti  a uma entrevista em que um psicólogo dizia que as pessoas que passam muito tempo nas redes sociais e não vivenciam outros momentos de socialização ficam deprimidas.

Atualmente devido a falta de opções de programas inteligentes na tv aberta, o “Terra Dois” da TV Cultura, exibido toda quarta-feira às 22h30, tem me surpreendido pela narrativa e conteúdo. Unindo dramaturgia e reflexão, a atriz Bete Coelho e o psicanalista Jorge Forbes discutem temas e inquietações do mundo pós-moderno, como as novas relações de afeto, das profissões e do mundo digital.

Também gosto bastante do programa “Café Filosófico”, produzido pelo Instituto CPFL, que explora bastante temáticas relacionadas ao século 21.

Não quero me estender muito e recomendo que vocês conheçam um pouco das reflexões de Zygmunt Bauman, apresentadas por Leandro Karnal neste vídeo:

Obra de Bauman

Também fiquei bastante impactada com o último programa que assisti do Terra Dois, intitulado “Até onde a pele estica”. Creio que irão gostar também.

Até onde a pele estica

E vocês, também se preocupam com o atual momento em que vivemos? Me contem.

Abraços e até o próximo post.

 

 

 

 

 

 

 

Até Onde a Pele Estica

APP disponibiliza uma prévia do Museu da Moda Brasileira

 

Um local que reúne moda, cultura e história. Essa é a proposta da Casa da Marquesa de Santos / Museu da Moda Brasileira, em São Cristóvão, no Rio de Janeiro,  que já pode ser acessado on-line antes mesmo da inauguração. A construção de 1826 abrigava o Museu do Primeiro Reinado e, após reforma e restauro, será transformado no primeiro museu nacional dedicado à moda.

Enquanto as obras estão em andamento, o público pode conhecer o acervo, o bairro que foi sede da corte imperial e personagens importantes da história nacional por meio do aplicativo Casa da Marquesa-São Cristóvão Cultural, disponível para Android e iOS. A ferramenta apresenta 100 itens das coleções do museu, entre vestidos, leques, pinturas, gravuras, louças, carnês de baile e porcelanas .

Além disso, os usuários poderão responder a um quiz sobre a história do Império brasileiro, tirar selfies escolhendo as molduras para fotos idênticas às existentes no acervo do museu. O app traz também o guia São Cristóvão Cultural, um mapa interativo do bairro imperial com suas instituições de cultura e lazer e seus pontos de interesse. A região é hoje um pólo de moda na capital fluminense.

O acervo do Museu do Primeiro Reinado será mantido na Casa da Marquesa. O espaço também vai abordar a história da casa que testemunhou o romance entre D. Pedro I e Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, a participação da mulher na história nacional, hábitos e convenções sociais e a moda brasileira, além de exposições itinerantes. O imóvel, de inspiração neoclássica, é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC).  Dei uma navegada no app e achei muito interessante, principalmente as fotografias dos acessórios e louças antigas. Bom, esperam que tenham gostado e vamos aguardar a inauguração do espaço.

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Página inicial do APP