Panelas velhas podem trazer sérios danos à saúde

Olá, mulheres encantadoras

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Imagem ilustrativa:  blog casadicor

 

Embora muitos desconheçam, as  panelas velhas podem comprometer a saúde de nossas famílias. Manchas, crostas e arranhões exigem atenção, pois são fortes indicativos de que é hora de aposentar os utensílios de cozinha que apresentam esses sinais.

Quando fritamos um bife, várias substâncias nocivas podem ser liberadas se a frigideira estiver malconservada. Essas toxinas pioram com o tempo e muitas vezes não alteram o sabor da comida, o que torna mais difícil perceber a gravidade do problema.
É bem verdade que há uma extensa lista de panelas disponíveis no mercado, cada uma com seus pontos fracos e fortes. Entre as mais populares, as panelas de alumínio costumam ter o preço mais acessível.

Segundo pesquisa da Universidade de São Paulo, ( Leia mais) a relação  custo-benefício nas panelas de alumínio é duvidosa, já que a migração de substâncias tóxicas é mais rápida nesse material e pode ocorrer já no primeiro uso. A limpeza inadequada, usando palha de aço, agrava ainda mais a liberação do metal nos alimentos. A limpeza correta deve sempre ser feita com uma esponja macia e úmida.

As panelas de cerâmica e as panelas esmaltadas conquistaram o mercado, aliando beleza e estilo, mas também é preciso cuidado em sua conservação. Se lavadas incorretamente, com palha de aço ou materiais abrasivos ou pontiagudos, a pintura interna pode liberar metais pesados prejudiciais à saúde.

Já no caso das panelas de ferro a preocupação é com a liberação do mineral ferro nos alimentos conforme o seu uso. Embora ele seja importante em nossa dieta, nutricionistas alertam que todo exagero faz mal e o ferro em excesso pode contribuir para processos inflamatórios, por ser muito oxidante. Ainda assim, as panelas de ferro continuam sendo boa opção, pois aquecem rapidamente e reduzem o tempo de preparo das receitas, o que é um ponto bastante positivo. É importante secar bem esse tipo de panela antes de guardar, para evitar formação de ferrugem.

As panelas de aço inox também precisam de atenção, pois são feitas com uma liga composta por ferro, níquel e cromo. Entre esses componentes, o níquel é o mais prejudicial à saúde. Embora a migração dessas substâncias para os alimentos seja pequena, é recomendado que pessoas sensíveis ao níquel utilizem outro tipo de panela. Também deve-se usar esponja macia para a limpeza.

As panelas de teflon são muito práticas de limpar, mas seu uso inadequado pode remover a película antiaderente e propiciar acúmulo de sujeira e migração de compostos metálicos. Antes do primeiro uso o ideal é limpar a panela de teflon com esponja macia utilizando sabão neutro, secar com papel toalha e depois untar toda a superfície com óleo. Depois é só levar ao fogão, em fogo baixo, por 1 minuto. Em seguida basta lavar e secar novamente. Mas atenção: temperaturas altas aceleram o processo de decomposição do teflon, portanto, é importante não abusar do fogo alto, para garantir sua integridade.

Por fim, as panelas de vidro são certamente as mais recomendadas para a saúde. Não liberam compostos tóxicos, tem durabilidade longa, são fáceis de lavar e atingem a temperatura com facilidade, o que também economiza gás. A desvantagem é que são mais pesadas e podem quebrar com eventuais quedas, mas é só ter bastante cuidado ao manuseá-las.

E vocês, cuidam bem de suas panelas?

Espero que este post tenha sido útil. Deixem comentários e sugestões sobre o assunto, que vou adorar.

fonte: PanelaZap ( buscador de preços de panelas)

Beijos

Paty

Muito prazer, Dona Vitamina D

Após fazer um exame de sangue de rotina, descobri que estava com deficiência de vitamina D, e grande, metade do mínimo que serve de referência. Minha ginecologista então me prescreveu a vitamina em cápsula, que deverá ser consumida durante 3 meses consecutivos. Como boa jornalista, fui em busca de mais informações, e para minha surpresa, descobri o quanto ela é importante para a saúde.  Muita gente desconhece, mas o sol é a principal fonte de vitamina D.

imageimageSou de uma geração que muito ouviu falar sobre os malefícios do sol, por isso tenho trauma só de pensar em não usar protetor solar.  O déficit de vitamina D pode causar uma série de problemas, como enfraquecimento dos ossos, alterações cerebrais, inflamações, aumento da pressão arterial, obesidade, diabetes, entre várias doenças. E não estou exagerando.  A lista é tão imensa, que fiquei assustada. O fato é que aos 43 anos tenho que mudar hábitos para não adoecer. Sem contar a preocupação com as gordurinhas, agora tenho que consumir também alimentos que contenham a danada da vitamina D. Quando peguei a lista, outra decepção: peixes de água salgada, como sardinha, salmão, além do leite, que não sou muito fã são ricos desse nutriente. Infelizmente são poucas as frutas que contém vitamina D. Desde que recebi a notícia bombástica mudei o cardápio e venho tentando ingerir pelo menos uma vez ao dia alimentos com vitamina D.  Entre os  que considero saborosos, estão a manteiga, atum e pratos com gemas de ovo na composição. Quando me deparei com o diagnóstico, também me culpei por ter relaxado tanto com minha saúde. Nem me lembro quando foi a última vez que fiz um hemograma completo. É aí você deve estar se perguntando: Jornalista não deveria ser mais consciente que outros profissionais? Aí eu te respondo que deveria sim, mas infelizmente cuidar da gente acaba ficando em segundo plano por causa da sobrecarga de trabalho.  Porém, acredito que tudo o que acontece na vida  tem um propósito, principalmente as coisas  ruins. No meu caso, os 15 minutos de sol sem protetor solar que tenho tomado 3 vezes por semana na praça do meu bairro, além de preservar minha saúde, tem me aproximado mais do que realmente importa: os minutos de silêncio necessários ao relaxamento, admirar as crianças brincando inspiram e me levam a crer nos meus sonhos, entre eles o de ser mãe,  e por fim a beleza da natureza que me encanta! E você,  de que tipo de check-up está precisando?