Minha experiência com a tatuagem de Henna

Olá, gente do bem!

Tenho plena convicção de que o nosso corpo fala, seja por meio de uma tatuagem, uma make, unhas feitas ou um look. Sou do tipo que quando estou feliz uso minhas cores favoritas e me embelezo. De baixo astral fico sem vontade de fazer nada e pego a primeira roupa que me aparece no armário.

Tenho 3 tatuagens definitivas e pretendo fazer mais umas 2 pelos menos. Enquanto isso não acontece, vou conhecendo outras opções. Em junho, as  integrantes do  Blogs do VP foram convidadas para uma experiência com a tattoo de Henna na perfumaria Rivolí, em São José dos Campos, e eu e a linda amiga e parceira do grupo Jana Moraes resolvemos abraçar a ideia.  Ficamos ainda mais ansiosas depois que ficamos sabendo que o trabalho seria realizado pela expert Adriana Morais, que dias antes desse  evento havia participado do programa Encontro, da Fátima Bernardes. Então nos jogamos, sem medo de ser feliz.

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Jornalista inquieta que sou fui buscar mais informações. Existem muitas curiosidades a respeito dessa arte e vou destacar duas. Por mais de 5 mil anos a henna tem sido um símbolo de boa sorte para proteção contra as más energias e como símbolo de sensualidade no mundo árabe. Nas datas especiais, como festas e casamentos, as mulheres costumam se adornar com esta tinta natural e esconder a inicial do marido entre os desenhos para que ele encontre na lua de mel. Romântico, né?

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Eu optei por um desenho mais delicado, que começava nos dedos e ia até o pulso. Desastrada que sou, borrei uma vez e a simpática Adriana fez com a maior boa vontade um retoque na minha tattoo antes mesmo de secar. Se eu amei o resultado? Claro! No momento que você faz ela fica preta, conforme vocês podem conferir abaixo.

 

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Para que não desbote facilmente, você não deve molhar pelo menos umas 12 horas após o trabalho. Eu cobri a minha com papel filme na hora de tomar banho, mas a Adriana pode indicar outras maneiras de proteger a tattoo. A minha durou uma semana e depois que as casquinhas de tinta saíram ela ficou com uma tonalidade terrosa. Como ansiedade “mata” a gente, tirei  o excesso de tinta que ainda restava  2 dias depois com a ajuda do azeite de oliva, conforme orientação da tatuadora.

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Não me lembro o valor que ela cobra em média, mas não é caro. Como a técnica tem tudo a ver com feminilidade, que tal agendar para um grupo de amigas no dia do chá de cozinha?  Fica a dica!

Vocês podem entrar em contato com a Adriana por meio do perfil do Instagram @adrianamoraismua , onde há também inspirações maravilhosas de desenhos feitos pela profissional.

Meu  agradecimento também a Katia Santos, do Marketing da Rivolí, sempre atenciosa com as blogueiras e que me autorizou a usar algumas fotos feitas por ela.

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Um beijo e esperam que tenham gostado!

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2 thoughts on “Minha experiência com a tatuagem de Henna”

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