“O Câncer de Mama no Alvo da Moda” completa 20 anos no Brasil e incentivou o engajamento de outras marcas na luta contra a doença

Hering foi pioneira e completa agora em 2015 20 anos de parceria no projeto.
Hering foi pioneira e completa agora em 2015 20 anos de parceria no projeto.
Logomarca da campanha
Logomarca da campanha “O câncer de mama no alvo da moda”.

Hoje abordo um assunto que estudei em minha pós graduação em Marketing e adoro, que é a responsabilidade social das empresas. Sabemos que esses projetos agregam valores importantes às marcas, agora uma iniciativa que dura 20 anos é digna de ser um case de um sucesso, que deve ser aplaudido . Atualmente existem várias corporações brasileiras apoiando a luta contra o câncer de mama, mas nem sempre foi assim e eu vou contar para vocês como se deu esse pioneirismo.É importante lembrar que sempre junto com uma grande empresa caminha uma instituição idônea para fazer a diferença, tanto na multiplicação das ações para conscientizar a população, quanto em relação à destinação dos recursos..

E o  Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) é uma delas, que  acertou no alvo quando trouxe ao Brasil, depois de uma parceria com o Conselho dos Designers de Moda da América em 1995, a campanha Fashion Targets Breast Cancer, criada em 1994 para alertar as mulheres sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama.

A iniciativa americana foi do estilista Ralph Lauren, que, após acompanhar a luta de sua amiga e jornalista Nina Hyde contra o câncer de mama, decidiu que precisava usar a moda para falar com as mulheres sobre este assunto. Criador do alvo azul, ele fez mais do que isso. Sua campanha fez sucesso nos EUA e logo chegou ao Brasil, primeiro país a realizá-la fora dos EUA e onde fez ainda mais sucesso, superando até mesmo os resultados alcançados em seu país de origem.

Hoje a campanha está presente também em diversos países como: Austrália, Canadá, Chipre, Colômbia, Grécia, Inglaterra, Irlanda, Islândia, Portugal e Japão.

A campanha contribuiu com as obras de ampliação do hospital do IBCC, fazendo com que seu complexo hospitalar , com sede em São Paulo, crescesse mais de 19 mil metros quadrados.

O valor arrecadado com a Campanha também subsidiou parte do tratamento de milhares de pessoas no IBCC.

Os produtos foram licenciados e a Hering foi a primeira grife de roupas a aderir à causa, que abraça há exatos 20 anos, revertendo parte do valor arrecadado com as vendas ao IBCC. Vários artistas e personalidades também contribuem para o sucesso da campanha, não cobrando cachês para posarem para campanhas publicitárias, a exemplo da top model, Gisele Bundchen.

Essa iniciativa estimulou o engajamento de outras empresas, nos mais diversos segmentos, ajudando também várias outras entidades e hospitais de referência que trabalham a prevenção e tratamento do  câncer de mama. Neste mês estarei apresentando produtos nos segmentos de moda , beleza e decoração em que parte das vendas serão destinadas às campanhas no Outubro Rosa. Fiquem ligados no blog e até o próximo post.

A top Gisele Bundchen foi uma das celebridades que não recebeu cachê para posar para as peças da campanha.
A top Gisele Bundchen foi uma das celebridades que não recebeu cachê para posar para as peças da campanha.
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